quinta-feira, novembro 25, 2010

A história se repete

O mundo está sendo preparado para a crise final. Os meios de comunicação têm sido um instrumento para isso. E o paralelo com a época do surgimento do nazismo representa um alerta ainda maior.

Em 1943, a Walt Disney lançou um curta-metragem de propaganda antinazista, no qual uma raposa fazia o papel de Hitler e enganava o galinho Chicken Little que, desprovido do mínimo de análise crítica, acabava contribuindo para o extermínio das outras aves do galinheiro...

terça-feira, novembro 23, 2010

O controle da mente humana

Na luta pelo controle da mente humana a mídia pode ser um instrumento tanto para o bem quanto para o mal. Atualmente, nossa mente tem sido bombardeada com mensagens provenientes de Hollywood que caracterizam o Salvador como alguém que em verdade não é. Essas mensagens aparecem de forma subliminar, ou mesmo, explicitamente.

A mente infantil é o alvo principal.

Sem perceber, as crianças são doutrinadas com ensinos diabólicos os quais fazem do inimigo, do destruidor, um ser injustiçado e um "pobre coitado". Ao mesmo tempo, fazem do Bem, do Perfeito, alguém esnobe, metido, convencido, e que se acha o melhor de todos. Com muita arrogância e pouco amor.

Repare na chamada de mais um filme infantil que, claramente, apresenta uma torta ilustração do grande conflito entre o bem e o mal. Cada detalhe, cada cena, cada frase foram planejadas para aludir à história da queda de Lúcifer e seus seguidores e sua vontade de atrair para si os seguidores dAquele que realmente tem mais poder.

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Agora compare o enredo e os personagens do filme com a Revelação:

O Megamente:

"A testa [de Lúcifer] era alta e larga, demonstrando grande inteligência". A História da Redenção, p. 13.

"Eu via Satanás, como raio, cair do Céu." Lc. 10:18. [Repare o símbolo de raio e/ou luz na roupa do Megamente]

"O povo de Deus não encontrará sua segurança na operação de milagres; pois Satanás imitará os milagres que forem operados". Eventos Finais, p. 169. [Repare na cena em que o ser azul chega na escola e encontra com o "senhor perfeitinho": a narração é um desdém aos "fãs babões" - seus seguidores - que se deixam ser "comprados por exibições exageradas". Em seguida ele planeja a imitação.

O Sr. Perfeitinho:
[Neste caso, o filme mostra sempre o contrário da Revelação]

"Um compassivo Criador, sentindo terna piedade por Lúcifer e seus seguidores [no céu], procurava fazê-los retroceder do abismo de ruína em que estavam prestes a imergir". Patriarcas e Profetas, p. 40.

"Seu caráter era absolutamente perfeito, isento da mais leve mancha de pecado. Ele veio como expressão do perfeito amor de Deus, não para esmagar, não para julgar e condenar, mas para sanar todo caráter fraco e defeituoso, para salvar homens e mulheres do poder de Satanás". Beneficência Social, p. 54.

[Dessa forma, as crianças são doutrinadas e influenciadas a desconfiar do Bom Deus]:

"Satanás exulta quando pode levar os filhos de Deus à incredulidade e ao desalento. Deleita-se em ver-nos desconfiando de Deus, duvidando de Sua boa vontade e poder de salvar-nos. Apraz-lhe fazer-nos pensar que as providências do Senhor visam a prejudicar-nos. É a obra de Satanás representar o Senhor como falto de compaixão e piedade. Deturpa a verdade a Seu respeito. Enche a imaginação de idéias errôneas relativamente a Deus e, em vez de fixarmos a mente na verdade quanto a nosso Pai celeste, muitas vezes a demoramos nas falsidades de Satanás, e desonramos a Deus desconfiando dEle, e contra Ele murmurando. Satanás busca sempre tornar a vida religiosa sombria. Deseja que se nos afigure trabalhosa e difícil; e, quando o crente, em sua vida, faz aparecer sua religião sob esse aspecto, está, por sua incredulidade, confirmando a mentira de Satanás". Caminho a Cristo, p. 116.

(Colaboração: Gabriel A. dos Santos)

sexta-feira, novembro 12, 2010

Chip será usado pela indústria farmacêutica

A gigante farmacêutica Novartis está desenvolvendo um remédio que contém um microchip capaz de anunciar problemas de rejeição de órgãos em pessoas transplantadas. O medicamento espera ser aprovado para uso na Europa dentro de 18 meses. O chip é ativado pelo ácido do estômago e transmite informações a um adesivo anexado à pele do paciente, cujo conteúdo pode ser acessado pela internet ou smartphone (celular que tem funções de computador). A aplicação em pacientes transplantados terá a função de ajudar a evitar a rejeição do órgão.

Um problema comum que ocorre após transplantes é ajustar a dose e o tempo de tomar medicamentos antirrejeição, que devem ser monitorados com frequência para evitar a rejeição do órgão. Com o microchip o problema deve ser solucionado, já que ele teria o papel de monitorar se as drogas estão sendo tomadas no momento certo e na dose correta.

Em janeiro deste ano, a Novartis gastou R$ 41 milhões (US$ 24 milhões) para garantir o acesso à tecnologia, inventado e desenvolvido por uma empresa privada da Califórnia, a Proteus Biomedical. O microchip é capaz de coletar a frequência cardíaca, temperatura e movimentos corporais, que podem indicar se as drogas estão funcionando como esperado.

Os microchips serão adicionados aos medicamentos já existentes, mas a empresa pretende realizar testes de bioequivalência para mostrar que os efeitos das pílulas mantêm-se inalterados com a adição do microchip.

Trevor Mundel, porta-voz da área de desenvolvimento global da farmacêutica, afirma que a privacidade dos pacientes será protegida, já que informações colhidas por meio de tecnologia Bluetooth (sistema de transmissão de dados sem fio) poderiam ser interceptadas por alguém que não seja o médico.

Apesar do uso do microchip ser focado para remédios que impedem a rejeição em pacientes transplantados, há tendência da tecnologia se espalhar para outras áreas da medicina, segundo Mundel.

A promessa vai muito além disso do uso de drogas antirrejeição.

Fonte: R7

NOTA: Não resta dúvida da grande utilidade dessa tecnologia, bem como as possibilidades de perigo para a privacidade e as liberdades individuais. Por que será que tudo atualmente tem apontado para o controle dos hábitos humanos?

terça-feira, novembro 09, 2010

Perigos do celular

A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu "Disconnect" (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: "Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?".

Folha - Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?
Devra Davis - Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiação] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.

Quais os riscos, exatamente?
O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.
Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.

Mas há estudo em humanos que dê provas categóricas?
Quando você diz "provas", você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.

Qual a maior evidência disso?
A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram dividas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.

Crianças correm mais perigo?
O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.

Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.
Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.

É possível comparar a radiação de celular à fumaça?
Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.

Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?
Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.

Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?
Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.

Mas celular é um vício!
Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.



Fonte: Folha São Paulo

Saiba mais: "Uso de celular pode causar câncer".

quinta-feira, novembro 04, 2010

Carros no Brasil deverão ter rastreadores

O governo federal corre contra o tempo para apresentar até dezembro o modelo de rastreador que será obrigatório nos carros no início do ano que vem. O ministro Marcio Fortes (Cidades) tem hoje [06 de outubro] nova rodada de conversa com Denatran, Serpro, operadores de telefonia, Anatel, Anfavea, Abraciclo, Sindipeças - órgãos do governo e associações de fabricantes envolvidos no projeto.

A ideia de Fortes é que os carros saiam de fábrica com os rastreadores a partir de fevereiro de 2011. Caravanas para rodar o país com carros equipados estão previstas. O Denatran cuidará da central, que será operada pelo Serpro (órgão de processamento de dados), o que causa ruídos.

As montadoras, por sua vez, estão receosas porque incluirão o dispositivo nos carros, mas não são nem os fabricantes nem os operadores do equipamento quem vai monitorar toda a sua rota. Para contornar as críticas dos que alegam falta de privacidade, o que já levou a discussão ao âmbito judicial, o ministro Marcio Fortes diz que haverá duas opções: o rastreador e o bloqueador. Este fará o carro parar em determinada situação, como por exemplo, o ladrão parar no sinal de trânsito, e será obrigatório. Já o rastreador será contratado ou não pelo usuário.

Fonte: Folha de São Paulo, 06 de outubro de 2010.

NOTA: Mesmo o rastreador não sendo obrigatório, o sinal do bloqueador poderá ter sua origem identificada. Qualquer leigo no assunto consegue imaginar isso. É a Nova Ordem Mundial chegando (ou a Babilônia do Apocalipse para quem conhece as profecias)...